Espera

De vez em quando me dá uma ânsia que não se expõe em palavras. Uma urgência e uma ansiedade que só se esvai no texto poético. Não que eu seja poetisa. É que o costume da antiga solidão deixou sequelas. Creio que boas. E sentir se torna escrever.
Hoje sinto a gravidez. E não posso explicá-la de outra forma. Segue o texto

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